Este documento estabelece as diretrizes para utilização dos ramais do sistema de telefonia VoIP da instituição, considerando o cenário atual de trabalho remoto (PGD) e a necessidade de garantir controle, rastreabilidade e organização dos recursos de comunicação.
Os ramais setoriais são destinados exclusivamente à representação de setores físicos da instituição. Sua criação e utilização estão condicionadas à existência de um espaço físico devidamente estruturado, com a presença de um aparelho telefônico instalado no local.
Não é permitido o registro de ramais setoriais fora da rede institucional da UNIPAMPA, sendo seu uso restrito ao ambiente interno da universidade. Da mesma forma, esses ramais não devem ser configurados em dispositivos pessoais ou utilizados remotamente, garantindo assim a integridade da identificação do setor.
Os ramais pessoais são atribuídos individualmente aos servidores e constituem o principal meio de comunicação no contexto do Programa de Gestão e Desempenho (PGD). Esses ramais podem ser registrados em dispositivos como computadores, aplicativos de softphone ou telefones VoIP compatíveis.
Diferentemente dos ramais setoriais, os ramais pessoais podem ser utilizados fora da rede institucional, permitindo a continuidade das atividades em regime de trabalho remoto, sem prejuízo à comunicação institucional.
As filas de atendimento têm como objetivo representar funcionalmente um setor da instituição, operando de forma equivalente a um ramal setorial. No entanto, diferentemente do modelo tradicional, as chamadas recebidas são automaticamente distribuídas para os ramais pessoais dos servidores vinculados.
Essa abordagem permite que o atendimento ocorra independentemente da localização física dos servidores, garantindo que chamadas destinadas ao setor sejam atendidas mesmo em regime de trabalho remoto (PGD).
Dessa forma, as filas constituem uma solução que mantém a identidade institucional do setor, ao mesmo tempo em que utiliza ramais pessoais como destino final das chamadas, assegurando flexibilidade, continuidade do atendimento e melhor aproveitamento dos recursos de comunicação.
A liberação para realização de chamadas externas é restrita aos ramais pessoais, com o objetivo de garantir mecanismos adequados de auditoria, rastreabilidade e responsabilização pelo uso dos recursos institucionais.
Ramais setoriais não devem possuir permissão para originar chamadas externas.